Tempos imemoriais II

12/10/2023

Em tópicos avulsos e supers... Supers devaneadíssimos... Seguimos nosso segundo passo como conteudistas avoados redófilas e redófilos 2ooe0nze. É já de por aqui em diante – ou desde que 2ooe0nze está nas nuvens –, vamos que vamos em sem fins emoções-pensamentos-racionais powers em fantasias caprichosas corpônicas que estamos. E quem sabe entramos nas seletas frameworks que evocam em neuroplasticidades geneticamente predestinadas à mais de-eus mesmos em nós mesmos... Powers em tempos imemoriais. Ou será que já por lá estamos? Será? Seja como for! Mais válido de tudo é estar. E sempre em algos estamos. Enfim...

Em disruptivas disrupções duplipensões representacionais de honorabilidades gênicas subjetivas em tempos imemoriais... Tipo dogmas setecentistas das mimesis... Estamos sem fim em caminhos interpretativos que custam elevadas memorabílias. Pois embaraçosos alicerces metafísicos já não mais equívocos necessários... Dificilmente seriam sancionados por filósofos que deflagram em nossas veias com sensibilidades filosóficas de eugenias bosquejadas que estamos. Isso em suma à considerarmos devaneadas em estruturas sonoras puramente informais. Ou formalismos com propriedades emocionais-pensamentos-racionais enquanto parte de estruturas formais? Enfim... Seja como for...

Por outro lado gêmeo das mesmas histórias genetônicas mitológicas demasiadamente humanas devaneadas hidrotermais... Há quem considerem particulares introspecções demasiadas contemporaneidades anémicas. Por rigorosamente pensarem em formas padrões de efemérides informacionais. Mas por outro lado gêmeo das mesmas histórias genetônicas mitológicas demasiadamente humanas devaneadas hidrotermais... Há quem considerem particulares introspecções demasiadas contemporaneidades powers em despressurizações.

E assim sendo seguem afetando afetos que afetam ao afetarem... Não confortos cognitivos powers até mesmo em zen-techs que codificam decodificando ao codificarem. Pois litigarmos está em nós. Tanto quando estamos em litigações. Que em tempos imemoriais suscetíveis às sem fins powers ressanfoninar das ressignificações...

Imperceptivelmente se movem em enobrecimentos por degenerações que viveremos e vivemos. Mesmo passando por falências múltiplas dos órgãos. Ou por associações dos componentes das misturas se dissociando. Vulgar morte! Pois como já disseram: aves se alimentam de vermes. Humanos de aves e ou alfaces. E vermes de tudo que se alimentam enquanto vivem morrendo... Ou morrem vivendo. E quando digo tudo... É tudo! Pois em todas supers minúsculas poeirinhas de poeirinhas há introspecções que se alimentam de algos. E são para outros diversos, desiguais e discrepantes algos... Alimentos! Panta rhei babys...