Sem pasigrafia

11/06/2023

Sem pasigrafia seguimos sendo lusos brasileiros tupiniquins. Não que sejamos nacionalistas extremistas. Mas por amarmos nossas terras. Nossas gentes. Que imagens à semelhanças das demais. Se enobrecem e se degeneram. Ou seja, abrem portas. E em tais aberturas, se entram ou não em outras salas de aventuranças. Ou és também predestinadas geneticamente à não entrarem em desavenças. E ficarem observando passar das vidas pelas vitrines das disputas analíticas...

Mas se vencem dúvidas; temores e entram... Dão grandes passos. E nessas salas vivem-se! Mas, também, tem seus preços... São inúmeras outras portas que descobrirão. Às vezes curtem-se mil e umas noites e dias infindáveis. Grandes segredos são saber quando e quais portas devem ser abertas. Pois no geral, vidas não são rigorosas. Propiciam apenas equívocos necessários. Pois com equívocos, em suma aprendemos. E não existem mais defasadas ideias das seguranças dos hipotéticos acertos eternos.

A vida é generosa meus caros. A cada sala que se vive, descobre-se tantas outras portas. E a vida se enriquece em se arriscar nos abrir diversas, desiguais e discrepantes portas. Mas também é dura e severa. Para todos... Ainda mais para os que não ultrapassam portas. Pois sempre terão mesmas portas fechadas. Ou seja, monotonia monocromática perante multiplicidades das cores existentes e não existentes. Pois para nós 2ooe0nze... Portas não são obstáculos, mas diferentes passagens! Sem pasigrafia...