Sem fim atinar

11/05/2023

Num misterioso momento, Claudio Amaro se depara com mais profundos questionamentos 2ooe0nze. Ou seja, em máxime encantos por Hélade Renzo, imagens à semelhanças dos por Jaqueline... Opa... Essa historieta fica pra depois... Num misterioso sem fim atinar...

Claudio Amaro pensou: tudo que penso são sentimentos. Sem sentidos nada demasiadamente humano seria. Se não sentir... Como falar? Dessa forma... Se falo da natureza humana não é porque saiba o que ela é. Mas porque amo, e amo-a por isso. Nihil humani a me alienum puto.

Porque quem ama nunca sabe o que ama nem por que ama, nem o que é amar... Logo então tudo se potencializou em Claudio Amaro. Pois em suma, em busca do sem fim atinar; são combustíveis geneticamente predestinados à Claudio Amaro. Assim sendo...

Então do tudo, aterram nos humanos, sem fim vontades de afirmações. Mesmo que em negações. Pois negar é afirmar opostamente. Porém... Para além dos sins. Se fixam nãos. Imagens à semelhanças de omnis humani a me alienum puto. E num estalo corporal... Em suma.

Em sem fim atinar Claudio Amaro começou devanear. E até o tique taque que em si se move, iniciar ser alimento de outros tique taques putridos... Tique taqueando vai afirmando: nihil humani a me alienum puto.