sem fatalismos

06/05/2023

Olá internetianos 2ooe0nze. Hoje lhes convidamos para mais um conteúdo para além de todos fatalismos. Isso para que dessa forma... Ou seja, sem fatalismos, possamos viver a vida imagens à semelhanças de alegres convivas de um banquete que desejam suas taças novamente cheias.

E assim; sem fim louvam à vida com o desejo de serem agraciados com o presente novamente... Enfim... Uma vez mais; viver o que se é predestinado geneticamente à viver. Óbvio que nesse processo existem dores, perdas, decepções, amarguras, e afins. Mas nada que seja capaz de apagar o brilho mágico da vida.

Que mesmo para aos que se despedem dela em transmutações fúnebres, o que fica alimenta, move, estimula, potencializa outros viveres. Sabemos que existem casos de despedidas super powers em contrições. Imagens à semelhanças de um amigo de infância. Que aos dez anos de idade teve que encarar o suicídio de seu pai.

Mas em suma, ali com ele no pós evento, aprendi uma genuína lição. Consigo até hoje parafrasear ele sem muito pensar: "Meu pai foi meu herói. E tudo que ele me ensinou, vai me ajudar superar o vazio que ele deixou.". Sim... Direto e reto assim... sem fatalismos.

E por incrível que pareça, naquele momento, minha cabeça de filho adotivo que nunca até então havia sentido falta de alguém para chamar de pai... Ou seja, pelo excesso de amor materno. Por ser filho adotivo oficial de duas mães; mas que foi mimado por várias...

Pensou: 'Quem é meu herói?' E logo nomeei ele de tio Jorge. Pois o mesmo possuía um rádio com dois decks. E quando passava uma temporada em São Paulo com ele e a tia Tiana... Copiava fitas cassete dos protótipos de punks que andavam pela rua vestindo jeans rasgados. Enfim, e viviam teoricamente sem fatalismos de não terem dinheiro para comprar cds.

Antes de me julgar materialista, por amar o tio Jorge por ele ter dois decks... foi ele quem me ensinou o que para ele foi mágico. Ou seja: quando se ama uma mulher 'cônjuge', apenas ela é capaz de reacender a magia do amor constantemente. Pois haviam homens no círculo de amigos da família...

Que enfim... No momento eram de ter duas ou três mulheres simultaneamente. Mas para além de quaisquer fatalismos, tio Jorge me ensinou que cada um é cada um. E que eu deveria conhecer, qual modalidade de amor habita em mim..

E logo percebi que tio Jorge se tornou o espelho em que me vejo. Pois sou de amar intensamente a 'cônjuge'. Mas apenas uma 'cônjuge' . E esse amor é sem fim enquanto dure. E depois da despedida, imagens à semelhanças do meu amigo de infância... Me afirmo: 'O amor que vivi foi meu herói. E tudo que ele me ensinou, vai me ajudar superar o vazio que ele deixou.'.