Se anuir é dádiva super válida

18/05/2023

Olá cibernéticos 2ooe0nze. Hoje se prepara para se anuir numa das duas opções. Mas já pra início de conteúdo... Por mais incrível que pareça, uma não é mais importante do que a outra. Assim sendo, diferenças são apenas detalhes da missão de cada uma.

Ou seja, partindo do pressuposto de que nossas personalidades são conjuntos de características corporais que influenciam a forma como pensamos... Formações das mesmas são processos complexos, diversos, desiguais e discrepantes. E tudo isso em múltiplas etapas geneticamente predestinadas que se fixam imperceptivelmente nas subjetividades.

Dessa forma, personalidades tendem à lideranças... E personalidades tendem à subordinações. Porém... Se anuir na perspectiva de que não existem lideranças sem subordinados, e vice-versa, é dádiva super válida. Mas que por postulados culturais nada válidos de tempos pra cá... hierárquicos. Fixos em tradições em equívocos não mais necessários... Acaba se enlanguescendo.

Já conheci líderes que ali estavam apenas por questões políticas internas. Aquele corriqueiro nepotismo luso brasileiro tupiniquim. Enfim... Mas agora, nesse exato momento, uma devaneada me chocou com outras possibilidades. Será que para aquele organismo empreendedor, para além do nepotismo, é necessário postular subordinações nas lideranças?

Em suma, agora entendi por qual motivo essas empresas estão sempre no mesmo lugar nas análises da 'Forbes municipal'. Todas minhas vivências como subordinações agora estão convictas ao se anuir com algo que lá desconfiei: Essas empresas são desenvolvidas para nunca serem mais. E algumas, nem serem menos.

Interessantíssimo, é que mesmo com essa guinada nos pressupostos exegéticos desse conteudista 'viajado'... Nos mesmos pressupostos hermenêuticos caminho. Ou seja: essa mania de rebaixar subordinações enaltecendo lideranças... É algo não mais necessário.

E se for... Exige maturidade. Pois maturidade é característica de líder não? Mas o que mais encontrei, foram líderes imaturos. Desses que após ir na noite passada no evento para líderes, fica se gabando na outra manhã em voz alta para subordinações ouvirem. Enfim... Nunca consegui anuir isso.

Ainda mais quando tais líderes são daqueles que não fazem nada mais que subordinações. Mais validamente afirmando: fazem menos. Isso por artimanhas do sistema que encontram subordinações capazes de mover toda engrenagem enquanto lideranças apenas gastam salivas. Enfim...

Mas tudo isso deve ser parte do organismo empreendedor. Não sou predestinado geneticamente por vontades de afirmações capazes de entender todo esse embaralhado. Mas sou para interpretar que: famílias dependem do dinheiro ali envolvido. Assim sendo... Muitas vezes subjetividades aptas à liderar, se prostram à subordinações. A fim de manter seus filhos se desenvolvendo.

Hoje entendo na pele tal dilema. Jaqueline e eu nos esforçamos para monetizacão do 2ooe0nze. Isso a fim de ter grana para pagar necessidades básicas para nossa magia Hélade Renzo. Mas... Enfim. Tudo é possível. Vai saber o que nos espera por trás das cortinas do amanhã. Agora consigo anuir pais com características líderes, vivendo subordinações à pais com características subordinadas.

Mas não consigo anuir por qual motivo essa necessidade ainda existe. Será apenas para que tais subordinações com características líderes, não se tornem empresas mais powers do que as que lhes acolhem? E amarras fixas em sobrenomes tradicionais agem nisso também? Só sei que predestinações em subordinações que sou, são capazes apenas de liderar à mim mesmo. Enfim.

Seja como for... Perdão. Pois esse conteúdo se direcionou para rumos diversos, desiguais e discrepantes das motivações iniciais. Mas em suma, me ensinou muito. Espero que ajude em algo à você também.