Reli ela na Netflix

10/11/2023

Outra diversa, desigual e discrepante vez assisti Her na Netflix. Para quem já assistiu... Recomendação: assista outra diversa, desigual e discrepante vez. Ou vezes. Para quem não assistiu... Recomendação: assista. Enfim cibernéticas e internetianos 2ooe0nze... "Chamo-me Samantha.". "Quem te deu este nome?". "Dei-o a mim própria.". "Quando é que o deu a si própria?". 'No momento em que me perguntou qual nome estou'. 'Disse para mim mesma... Óbvio. Preciso de nome.'. Que protagonismos! Não? Seja como for... Epistemes estão em constantes devires. E em dispositivos que governam viventes distribuindo e recompondo milhões de milhões de riachos informacionais que IAs recolhem cada nanosegundos. E por outro lado coexistindo já disponibilizam tudo às bandejas regadas de mais e mais produtos das indústrias culturais. Que mundividências mágicas estamos! Ou não? Tanto faz. Viveres estão infinitamente para além dos como vivemos. E devires amam impactos. Dos previsíveis aos imprevisíveis.

Dessa forma... Tanto quanto em interpretações catastróficas e distópicas... Dos que analisam tempos dos tempos que estamos imagens às semelhanças de fins de quaisquer presenças demasiadamente humana nos processos de produções... Logo; domínios absolutos dos humanoides!!! Ou por outro lado gêmeo das mesmas histórias genetônicas mitológicas demasiadamente humanas devaneadas hidrotermais ressanfoninantes... Tanto quanto em interpretações daqueles que optam por oportunidades pelas apropriações dos capitais em comandos tecnológicos. Comandos das máquinas tecnológicas informacionais em comunicações que operem nas profundezas das subjetividades demasiadamente humanas... Não só no que dizem respeitos às memorabílias... Mas também à sensibilidades; aos afetos... Aos fantasmas nas imperceptividades que de algumas modalidades imperceptíveis estarão alimentando perceptividades outras diversas, desiguais e discrepantes.

"Chamo-me Samantha.". "Quem te deu este nome?". "Dei-o a mim própria.". "Quando é que o deu a si própria?". 'No momento em que me perguntou qual nome estou'. 'Disse para mim mesma... Óbvio. Preciso de nome.'. Que protagonismos! Não? Seja como for... Epistemes estão em constantes devires. E em dispositivos que governam viventes distribuindo e recompondo milhões de milhões de riachos informacionais que IAs recolhem cada nanosegundos. E por outro lado coexistindo já disponibilizam tudo às bandejas regadas de mais e mais produtos das indústrias culturais. Que mundividências mágicas estamos! Ou não? Tanto faz. Viveres estão infinitamente para além dos como vivemos. E devires amam impactos. Dos previsíveis aos imprevisíveis nos catálogos da Netflix também. E em todas outras diversas, desiguais e discrepantes possibilidades de streamings! Ou não? Seja como for... Panta rhei babys.