onomatopeiando

08/05/2023

Àquelas pessoas que amam a palavra viva, que exulta em diversidades desiguais e discrepantes. Ou seja, imagens à semelhanças da arte 2ooe0nze, que vive como literatos amantes... Amantes dela. Imagens à semelhanças de como sou amante onomatopeiando de Jaqueline e Hélade...

Quando algumas palavras são impossíveis para Claudio Amaro parafrasear. Logo, assim sendo prefere citar: "Eu gosto da palavra viva, que pula com ginga efusiva, saudando com graça risonha, é bela embora tenha vergonha. Sanguínea, em ofegante peito, penetra até no ouvido estreito; ela esvoaça, agacha e gira: no que faz, a palavra inspira."

Pois sim estimado Fritz... Nietzsche para muitos. Em ti aprendi viver onomatopeiando, isso após teologicamente viver buscando por mais de mim mesmos pelos cantos. Até mesmo pelos contos das paredes. Que nos cantos das mesmas se encontram em formas informes. Tipo eu agora...

Que vivo em sem fins auroras, que se invocam em seus sem fins crepúsculos fixos em outras sem fins modalidades dilúculas. Que magicamente inspiram minha pele das pontas dos dedos dos pés, até o calcanhar. Passando por toda estrutura do sistema nervoso que sou fixo na palavra amar.