O gotejar dos ais

17/05/2023

Mesmo sem perceber, 2ooe0nze, Jaqueline, Hélade Renzo e Claudio Amaro fixam em si mesmos perceptividades que geneticamente predestinadas são fontes das fontes de suas motivações, vontades de afirmações humanas; demasiadamente humanas em si gotejar. Enfim...

Dessa forma, em momentos de vem e vai, fontes de ideias, sentimentos, gotejar e fluir fruindo, espadana a água letal de ímpetos violentos… Estranha fontes, fontes pois em outras diversas, desiguais e discrepantes potencialidades, vêm delas, excelsas fontes em insana cólera, desespero, ais e tormentos…

Então se afirmam, mesmo em negações, que delas, desgostos se desenganam e ao ferir à míngua dos corações sedentos… Fontes ditas mal/ditas, mal/explicadas, mal/proclamadas, enfim... Mas delas são sonhos que banham e se enganam em águas lustrais de fluídos lentos e felizes…

Delas emanam rios poentos de dolorosas quotidianas que se apuram sofrimentos de sem fins fontes soberanas. E então em piscar de olhos... nascem lágrimas. Promanam prantos aos olhos; aos lábios, os lamentos… De luminosas fontes choram tristezas em fúnebres; mas alegres subjetividades soberanas. Que dos marinhos flóculos nevoentos Afrodite nasceu.