Nas vitriolagens

14/07/2023

Quatorze de julho de dois mil e vinte e três... Anteontem iniciei o que para esses conteúdos nietirambos, no conteúdo anterior, foi nomeado de amanhã... Assim sendo, em figuras de linguagens imagens à semelhanças de vitriolagens, a fim de continuar nos fios de Ariadnes que tais pensamentos acreditam se guiarem... Digo que após me interpretar ser de mãos capazes geneticamente predestinadas à suportarem chamas nietzschianas... Tais me obrigam digitar devaneadas que por aqui no 2ooe0nze se powerficam em eus mesmos powerficados. Mais de-eus mesmos powerficados.

Ou seja... Resisto e existo em aspirações ardentes em suavidades as vezes até dolorosas. E tais... Duram em mais de-eus mesmos; imagens à semelhanças de desejos insaciáveis que quem lê isso que digito... Talvez entenda do que digo. Se não... Consigo simbolizar que tensões à digitar em mim; se assemelham à loucas vontades de rir. Vontades de afirmações que queimam e se alimentam das cinzas. Logo; queimando em febre de powercidades em eugenias bosquejadas à mim... Busco pontes à saberes diversos, desiguais e discrepantes em mais de-eus mesmos. Até amanhã nisso que podemos chamar de caderneta de um conteudista avoado em devaneadas.