Me interpreto hoje mais graçolar do que hoje

31/05/2023

Minhas materialidades já sabem que és simbólicas. Pois à imagens à semelhanças de ditos nietzschianos: viver sem símbolos seria insuportável. E em Jaqueline e Hélade Renzo, tenho mais insustentáveis pesos contidos nas luzes. Ou seja, pesos nas... Seja como for... Me interpreto hoje, mais graçolar do que hoje. Tipo vozes ressoando em potes...

Enfim... Não carrego pesos das palavras nunca ditas. Mesmo quando para alguns soam como malditas. Pois se ditas. Já vencem tudo prestes quem sabe à serem ditas. O que me faz mais frio... É não ceder para pesos fixos em lembranças. Pois desde pequenino, percebi que pra isso nunca fui geneticamente predestinado à por as mesmas em balanças.

Pouquíssimo peso sou em saudades raras. Mais recentes de Ceição... Mas alegrias das vidas alegres que ela é nas minhas memórias... Despontencializam todas modalidades de tristezas. E balanças que pesam comoções. Nela só tenho pesos dos olhares mágicos. Que potencializam mais de-eus mesmos... Me interpreto hoje mais graçolar do que hoje.

E hoje... Amanhã... Ontem será... Só espero estar aqui por aqui. Para todos devires louvar. Vici; veni; vidi, outra vez... em carpe diem afirmar.