Ir até limites possíveis

22/09/2023

Nada há em coisas demasiadamente humanas; algos que não exijam comunidades. Mesmo que essas estejam distantes e isoladas em cada membros e membras. Pois tudo que vão longes... Exigem esforços conjugados. E dessa forma; gerações mais recentes envolvidas em se envolverem. A fim de que ao menos deem continuidades outras diversas, desiguais e discrepantes uns aos outros. Mesmo quando se detém nos possíveis limites de uns de-eus mesmos em nós mesmos à sós.

Assim sendo... Sem cortarmos laços à nossas voltas... Solidões são digníssimas. Pois existem quem vivam acompanhados por palavras. Imagens às semelhanças de Claudio Amaro em períodos acompanhados por palavras nietzschianíssimas. Pois em devires exegéticos-hermenêuticos em predestinações gênicas... As mesmas estão powerficadas imagens às semelhanças de elos em correntes. Logo que outras diversas, desiguais e discrepantes pessoas continuem experiências que antes outras diversas, desiguais e discrepantes pessoas começaram ao continuarem.

Enfim... Vivermos em possíveis limites exigem trocas entre várias diversas, desiguais e discrepantes pessoas. Assimilando-as como coexistidas possibilidades que dependem cada qual de cada qual isoladamente.