Interativamente tecnocenos

22/07/2023

Se preparem nerudas 2ooe0nze... Pois logo logo; daqui algumas décadas, poucas pessoas, pelo menos nas grandes megacidades, lembrarão detalhes expressivos dos cotidianos antes dos surgimentos e disseminações das internets. A não ser que buscas nos mecanismos... Sejam, em suma... Interativamente digitadas, faladas e quem sabe pensadas por quantidades powers de curiosos em buscas por histórias dos desenvolvimentos tecnocenos...

Nesses grandes cérebros interconectados. Por exemplo... Alguém lembra como eram artes dialogais antes das disseminações das redes e outras plataformas de comunicações? Como eram compartilhamentos e coexistências com espécies em seus reinos animais, vegetais, minerais, tribais, etc., que sucumbiram em nomes e benefícios dos desenvolvimentos industriais? Das expansões das fronteiras agrícolas? Enfim... De como aconteciam transmissões de bens e tradições antes dos estabelecimentos massivos das culturas digitais?

Logo logo outras diversas, desiguais e discrepantes paisagens inteiras desaparecerão das memorabílias corpônicas de eugenias bosquejadas que somos em sem fins períodos tecnocenos. Deliberando duplipensões das biografias dos corpos demasiadamente humanos... Tecnicamente potencializados... Que serão digitados, falados e quem sabe pensados com outras diversas, desiguais e discrepantes chaves hermenêuticas. Dessa forma, arquétipos e práticas de compreensões e modelagens de nós mesmos em mais powers de-eus mesmos... Serão orientados de acordo com instruções das representações teatrais pescadas nas redes e armazenadas nas nuvens.

Ou seja... Não confortos cognitivos não mais powerficados em intimidades cuidadosas e constantemente cultivadas. Nunca foi fácil analisar e descrever proeminências e devires das transformações que nos são em contemporaneidades. Pois embora consequências sejam duradouras... Processos acabam de entrar em quartos crescentes e ainda não estão desvelando todas powerficações em que são capazes. Não podemos saber como tudo funcionará daqui cinquenta anos.

Por outro lado gêmeo das mesmas histórias de substituições geracionais... Aos que estão nas infâncias agora... Bastará lembrar de pesquisar. Imagens à semelhanças das arbitrariedades powers em fantasias caprichosas contemporâneas às revoluções industriais. Que não imaginavam custos que naturezas e trabalhadores teriam à pagar nos futuros por causas das poderosas e deslumbrantes powerficações que brotavam em powerficados tecnocenos powers em acoplamentos.

Assim sendo... Facetas ocultas em mutações imperceptíveis não se revelam... Ao contrário; se escondem das compreensões dos que a estão vivenciando in devires diversos, desiguais e discrepantes. Em disruptivas partes de quebra-cabeças cujas peças coexistem em contínuas e mútuas metamorfoses... Em associações dos componentes das misturas se dissociando em adaptabilidades informacionais. Mesmo em mundividências dos que se posicionarão menosprezando tudo.

Enfim... Dizendo que capitalismos devoram sem piedades. Imagens à semelhanças dos que assim são em hermenêuticas das dolorosas heranças pós grandes guerras geopolíticas passadas... Que de apartamentos envoltos em ares condicionados digitam em aplicativos nas plataformas... Que sem eventos bélicos passados; futuros seriam mais dignos. Questões que ficam se assemelham à esta: 'O que seriam das tecnosferas dos que excomungam sem legados tecnológicos powerficados nos períodos sangrentos passados?'.