Estímulos primatologistas com Sapolsky

04/11/2023

Em sem fim estímulos primatologistas... Cibernéticas e internetianos 2ooe0nze... Continuo defendendo à mais de-eus mesmos em mim mesmos que... Geneticamente predestinados powerficamos eugenias bosquejadas estando demasiadamente humanos em resultados de coisas que não estamos ou estaremos capazes de controlarmos. Pois em suma coisas demasiadamente humanas se revelam powers e complexas interações gênicas-sociais. Cujos princípios se perdem nas trilhas dos cotidianos corriqueiros que fluem fruindo em estressantes estímulos que nos aliviam. Óbvio que nunca estamos à sós. Então cito passagem textual do amigo Sapolsky: "Não somos nem mais nem menos do que a soma daquilo que não podemos controlar: a nossa biologia, o nosso ambiente e as suas interações.". Eita neuroplasticidades powers... Que me refutam argumentos biológicos e filosóficos a favor do livre arbítrio. Me sustentando que eventos cerebrais anteriores aos árbitros em interações com ambientes específicos pós... Determinam comportamentos. Enfim... Mágico e lindo. Seja como for.

Ou não? Enfim... Concordo em discordar. Pois especificamente nosso citado conteudista Sapo... Enfatiza que tudo o que vivenciamos estão determinados pelas biologias, genes, hormônios; devaneadas, instruções... Academicismos, infâncias; diversas, desiguais e discrepantes circunstâncias das vida que se estendem imperceptivelmente muito além de nós. E nessas intermináveis cadeias de estímulos que remontam aos pais dos pais dos pais dos pais... E muitíssimo além... Powerficam redes quase infinitas de fatores que acabam se traduzindo em imperceptividades nas práxis demasiadamente humanas que estamos. Assim sendo... Nessas mágicas perspectivas... Segundo Sapo... Não estamos humanos autônomos como acreditávamos. Mas sim amálgamas dessas influências que se manifestam em como acreditamos agora. E pra amanhã? Segundo esse conteudista avoado que lhes digita... Tanto faz. Pois se não escolhemos nada... Só podemos louvarmos perspectivas que nos alimentam nas crenças. Das religiosas às cientificistas. Pois viveres estão e sempre estarão mais dignos do que padrões que em insignificâncias significamos como vivemos. Panta rhei babys...