díspares gêmeos

26/04/2023

Olá caridoso 2ooe0nze. Nunca cansaremos de agradecer por sua atenção. Pois sem você, não existimos. E desde o início, nos encontramos por aqui. E sua volta à nossos conteúdos, potencializa o conteúdo de amanhã. Enfim; somos díspares gêmeos. Coexistimos.

Mas 2ooe0nze, o que pretende dialogar com essa expressão? Ou seja: díspares gêmeos! Para o nosso contexto aqui no blog: que somos diferentemente iguais. Cada qual nas suas subjetividades, navegando nas mesmas palavras. No mesmo ambiente.

Para além de nossos encontros... Isso também se concretiza. Pense conosco: o quanto toda contracultura, que é definida no geral como movimento de questionamento e negação da cultura vigente... Que visa quebrar tabus e contrariar normas e padrões culturais que dominam uma determinada sociedade...

Nada mais é do que a mesma coisa da coisa que se nega. Pois a fim do negar, algo tem que se afirmar. Dessa forma qualquer eu não concordo, parte de pressupostos de algo com que se concorda. Ou seja, todas vontades de negações, são vontades de afirmações com outras vestes.

Imagens à semelhanças de jovens não tatuados, se reunindo contra a cultura de se tatuar. Enfim; todos não se tatuam, se utilizam da mesma argumentativa; e essa está postulada num fio de Ariadne que os unem. Por outros lados díspares, os tatuados representam a mesma ideia. Mudando apenas o antelóquio do exemplo.

Ou seja, imagens à semelhanças de jovens tatuados, se reunindo contra a cultura de não se tatuar. Enfim; todos se tatuam, se utilizam da mesma argumentativa; e essa está postulada num fio de Ariadne que os unem.

Assim sendo, todo pensamento humano passa por esta premissa: mesmo os díspares, são iguais. São ramificações de sem fim vontades de afirmações geneticamente predestinadas à humanos. Mas não apresentamos tudo isso com intuito de diminuir a contracultura.

Por outro lado, o intuito é pensar em modalidades diversas, desiguais e discrepantes... Mesmo estas se enquadrando na premissa: mesmo os díspares, são iguais. Pois isto é super natural: O que seria da luz sem a escuridão? Da alegria sem a tristeza? Da negação sem a afirmação?

Do tudo, sem o nada? Enfim... Coexistir é a chave. E a porta que se abre é a aceitação de que somos diferentemente iguais. E que concordar em discordar, potencializa um viver em sociedade mais amplo, acolhedor. Diverso para os diversos. Unânime para quem assim é geneticamente predestinado. Enfim...

Mas o movimento não é capaz de se sobrestar. E logo logo surge algo que discorda em concordar. E muitos vão pensar: pra que tudo até então? Se agora já estamos divididos novamente? Para viver mais? Pense só o quanto é necessário, em suma, os pés se mover um de cada vez para se locomover. E quanto mais rápido se corre...