Das cheias às secas

25/10/2023

Realizamos diversos, desiguais e discrepantes rituais para reverenciarmos relacionarmos com pescas com durações dos meses. E iniciarmos nos finados ciclos das cheias... Xerxes nas veias. E duramos todos períodos das secas. Nesses grupos que passam diversas, desiguais e discrepantes semanas consecutivas pescando grandíssimas forças-tarefas. Isso a fim de não mais pescarmos largas escalas arestas. E em suma nem incomodarmos quando começarmos secarmos e levarmos tempos para se regenerarem nas frestas. Enobrecimentos por degenerações...

E assim que manifestamos consciências dos equilíbrios caóticos. Respeitando ambientes em que vivemos mais e mais simbólicos... Em exemplares de filosofias nas vidas em integrações. Ensinando-nos; respeitarmos tempos dos tempos em sazonalidades das coisas demasiadamente humanas... À entendermos abundâncias e escassezes com fluxos naturais in devires nas vidas mundanas. Que de premissas em premissas básicas não exigem explorarmos demasiadamente ninguém nem nós mesmos. Afinal ideias estão para perpetuarem. Mesmo quando extinguem e exarem.