convite ao absorto 2ooe0nze

28/04/2023

Olá internautas 2ooe0nze. O conteúdo de hoje tem infindáveis oportunidades de se apresentar como palavras digitadas aleatoriamente. Para você que nos acompanha, este pensamento já chegou né? Ou seja: e qual conteúdo 2ooe0nze não se apresenta como palavras digitadas aleatoriamente? Seja como for, aceite nosso convite ao absorto 2ooe0nze.

Enfim; o processo de desenvolver conteúdos, exige tanto quanto todas as outras modalidades trabalhistas. E por tal motivo, também desgasta. Mesmo sendo esforços postulados em atividades amáveis, desejáveis, mais power combustíveis das subjetividades geneticamente predestinadas ao conteudista.

Mesmo dessa forma, sim... Há momentos em que tudo cansa; inclusive o que nos fixa repousados. E mesmo toda diplomacia consigo mesmos, não é capaz de se esquivar à dificuldade inicial. O mágico, é que neste exato momento... Toda palavra até aqui digitada, já me motiva à mais... E me potencializa com o convite ao absorto.

Ou seja, imagens à semelhanças de um sonolento, que fazendo contas por processos de sonhos, se fixa escrito ao longo já da falta do torpor. Que sente pesar a vida sobre os olhos e contra as têmporas, mas mesmo com sono nos olhos, e pressão para fora nas têmporas, brota powermente a consciência de tudo que sou no acalentar das pulsações em todo sistema nervoso.

Aceito o convite ao absorto 2ooe0nze, com olho na manhã diversa, desigual e discrepante... Vejo o que dela espaireça, e tape com palavras a chícara vazia do meu quase não me querer. Agora empolgado, olho à tudo que me envolve, sem ignorar com as costas dobradas se é sol ou falta de sol, o que está lá fora na rua subjetivamente subjetivada. Enfim...

Toda motivação agora se alastra, pregada aos cantos, por sobre a grande idade inclinada. E dessa forma fito atentamente os rabiscos de absorção e distração que estavam borrados em mim. Várias vezes a minha assinatura às avessas e ao invés. Alguns números também aqui e ali, assim mesmo. Uns desenhos de nada, feitos pela minha desatenção. E fixo olhar à tudo isso como um aldeão de mata-borrões.

Ou seja, com uma atenção de quem olha novidades, com todo o cérebro inerte por detrás dos centros cerebrais que promovem a visão. E aceito o convite ao absorto 2ooe0nze. E não sou o mais power sono íntimo do que já coube em mim. E mesmo não querendo nada, não preferindo mais o nada, não há mais nada à que fugir. Espere... Então sempre quis algo. Logo... a afirmação e mesmo não querendo nada, não preferindo mais o nada, não há nada à que fugir... Foi o que eu quis.