Com ou sem beneplácitas

26/05/2023

Olá nerudas 2ooe0nze. Viver nas contemporaneidades exigem muitas transmutações de pensamentos, ações beneplácitas, complacências, diálogos, e até mesmo discussões mais acaloradas. Isso entre pessoas que já entenderam ou não, que choques conceituais, não necessariamente precisam potencializar socos e chutes. Enfim...

Na atualidade, esconder o que se pensa a fim de manter relacionamentos, se fixa quase impossível. Pois no outro lado das inter-relações, pode estar alguém que vive dizendo o que pensa, sem nem pesar das palavras utilizadas. Ou seja, pessoas que vivem em constantes catarses, pontuando em quais conceitos acreditam das inteligências artificiais, dos genomas, enfim... De tudo que caracteriza nossas modalidades demasiadamente humanas.

Assim sendo, ações postuladas em beneplácitas circunspectas, já muitíssimas assimiladoras de que somos animais capazes de concordar em discordar... É o que há. Por outro lado, se personificar nessa simples frase. É algo super complexo. E até mesmo impossível para muitos. Porém; já ouvi muito isto na infância: quando um não quer... dois não brigam.

Óbvio que na infância apenas ouvi... Pouquíssimas vezes fui capaz de despotencializar potencialidades a fim de brigas que me envolveram. Pois subjetividades em mim são geneticamente predestinadas à explosões e implosões. Por outro lado gêmeo da mesma história que sou, aos poucos fui sendo forjado por outras possibilidades.

Mas e quem não é geneticamente predestinado à tais perspectivas de amainar? Quando encontrar com quem seja... Vai se afirmar sem brigas. Quando se encontrar com algum espelho imagens à semelhanças de si mesmo... Vai brigar. Mas não que por isso, deva ser banido da existência. Pois em suma, são nesses detalhes que a simples frase se fixa como práxis complexas.

Pois sem ou com beneplácitas, primeiras ações contra violências, são violentas. Que vontades de socar aquelas pessoas que estão brigando sem motivos que nos possuem. E essas vontades são 'dignas'... Já vontades daqueles que brigam, assim sendo, são fugazes. Pelo menos nessa violência que postulamos nosso não à violência. Pensando não haver violência nisso. Mas ódio ao ódio também é ódio.

Enfim... Mas se nesse conteúdo 2ooe0nze, há dizeres de que somos geneticamente predestinados à sermos demasiadamente humanos! Como contornar essa inclinação? Paciência... Muita paciência. Pois mesmo inclinações não se desinclinando... São capazes de viverem em imagens à semelhanças da torre de Pisa