autóctones de si mesmos

09/07/2023

Resolvi... Em autóctones de mais de-eus mesmos, powerficados em eugenias bosquejadas em Claudio Amaro, por Jaqueline e Hélade Renzo... Já vivi. Logo, assim sendo; quando vidas me fizerem em pedaços, me inspirarei em Gaudí. E imagens à semelhanças das obras, serei artes com cacos e restos de mim mesmos. Isso em sem fins devaneios. Que ensejam sem fim buscar. Mesmo se apenas mais de-eus mesmos encontrar.

Sou abastecido por desejos de mais de-eus mesmos Batlló, Milá, catedrais, jardins, prédios... Tudo mesmo que em pedaços. Pois em suma, sou alimentado por coloridos mesmo que pretos e brancos. Ou brancos e pretos. Miscigenações somos em ações. Louvores sem fins à devires em mãe Gaia. Que envolve em seus braços em existenciais simbólicas caminhadas.

E dessa forma em autóctones subjetividades que estou... Sigo acreditando serem precisos reconhecermos aos outros que em nós coexistimos. Interpretar sinais das presenças afetadas que afetam ao afetarem. Gestos escondidos; sons não emitidos; angústias abafadas; etc tals. Mesmo convicto de que não é possível tudo traduzir. E assim são magias nos devires que nunca sessam de virem em rir.

Praticar autópsias de todos encontros a fim de milimetrar esboços de mágoas? Precisar de olhares em não confrontos ou confortos cognitivos? São imprecisões que brotam ao conhecermos outros. Imagens à semelhanças de crermos nas tramas das palavras. Projetos divididos; amores não merecidos, amores monossilábicos... Em fragmentos de experiências colados uns aos outros... Me powerfico monstros indecifráveis. Narcisos em tecerem dos outros mais de-eus mesmos em encontros super variáveis.