antônimos aos streamings?

27/05/2023

Olá internéticos 2ooe0nze. Não sei vocês, mas constantemente assisto desenhos animados, filmes, séries, clipes, etc, ouço muita música, enfim... Jaqueline, Hélade Renzo e eu, consumimos muito nessas modalidades das indústrias culturais. E sempre tem cenas que me deixam devaneando: e se fosse assim? Como seriam narrativas que estaríamos assistindo em streamings?

Ou seja, assistiríamos pessoas indo às compras, e toda adrenalina cinematográfica seria reduzida à personagens selecionando produtos das prateleiras no supermercado? Por exemplo? Sem nada de infindáveis cápsulas disparadas por armas de fogo; sem carros que desviam até mesmo de moscas, mesmo estando à mais de 2ooe0nze quilômetros por hora?

Enfim... Seria tudo tão chato. Que nem consigo mais digitar algum exemplo. Mesmo streamings sendo compostos de infindáveis exemplos. Engraçado é que viver é massa. Não sou dos que assistem pensando: nada a ver isso com o que vivemos... Pois busco antônimos do que vivo nos streamings. E mesmo quando é algo baseado em vivências. É baseado.

Ou seja, sempre há acréscimos. Acredito ser essa magia que me captura. Imagens à semelhanças de quando ouço músicas em introspecções pensando nos momentos em que estarei tranquilo financeiramente. Pode parecer tentativa de fugir das dificuldades da vida. Mas não é. Me inspiro em viver, em lutar mais após interpretar tudo que são narrativas expressas cinematograficamente.

E dessa forma, também vou anotando frases, ideias, motivações, contextos históricos, humores, dores, enfim... Nos streamings encontro inspirações para ações que geneticamente predestinadas me potencializam. Nas indústrias culturais me devoto aos mais de-eus mesmos. Posso dizer que ser conteudista, e consumir produtos das indústrias culturais, são estágios ritualisticos da religião que vivo, e do de-eus mesmo que adoro.

Ou seja... VIDA. Pois no viver sou profundamente postulado em ritos e mitos. Digo mitos para além do utilizado corriqueiramente por outras pessoas. Interpreto mito não sendo antônimo de 'verdade'. Mitos em mim são interpretados como ensinamentos super powers, protegidos e postulados por arquétipos imagéticos. Tudo para que em neuroplasticidades, vivamos jornadas investigativas capazes de nos potencializar.

Dessa forma também ritos. Que interpreto sendo aquele momento em que mantenho pensamentos afetando e sendo afetados pelas narrativas mitológicas nos streamings. Imagens à semelhanças das narrativas mitológicas no cotidiano. Enquanto acordo para digitar conteúdos, estou totalmente mergulhado em ritos e mitos.

Assim sendo, acredito que tudo que vive está mergulhado em ritos e mitos. Cientistas vestem seus mantos a fim de pesquisar influência de tal bactéria na pele humana. E lá vão guiados pelos mitos agrupados na profissão, à desenvolver seus ritos. Imagens à semelhanças de coletores de resíduos. De conteudista, esportistas, estudantes, donas de casa, empregados domésticos, mecânicas...

Enfim... À todas modalidades demasiadamente humanas... Estejam elas nos streamings ou não. Viver é ato mais santo da única religião que vale a pena... Pelo menos pra mim. Que é: VIVER. Viva e verás.