amparo à Claudio Amaro

16/05/2023

Ó céus... tetos universais dos vários povos; de horizontes monótonos em não raros mas como todos ciclos na vida das vidas... Sem fim fixos em outras perspectivas. Ô céus... Tu és firmamento, nebulosamente raiando... nunca me falte aos olhos teu exemplo de amparo aos pássaros. Pois sim... Enfim.

Teu bojo azul és grandioso templo às aves. Que em voos potencializados em confluências finalizam seus vários cultos. Mesmo quando em vultos, cujas lutas, de longe, apenas contemplo. Em suma...

E teus astros, visíveis ou ocultos, são símbolos de fé à quem quiser. Imagens à semelhanças das santas. Se me dás vistas aos olhos e dás luzes às vistas, dás cores às águas e dás água às plantas rochosas animais minerais, afins... E sob tuas névoas imprevistas horizontes se coalham. E de repente, de esmeraldas, turquesas e ametistas… Assim sendo.

Que manchas à em suas paixões terrenas; em que interesses se agitam entre despeitos, cóleras e penas! Volúvel e cosmopolita… Apoliticamente vivo sôfrego e sedento de voar e de aprender contigo, firmamento, coisas que ensinas, em segredo, ao mar sem lamentos. Assim sendo; amparo à Claudio Amaro.