Alvíssoras, àgora e quarto

23/05/2023

Alvíssoras, àgora e quarto... Que trindade sensacional para além de todo pressuposto artesanal. Que contrariando alguns que pensam que não, também são subjetividades em potencialidades. Enfim, pois mesmo em repetições; são artes em ações. Ações subjetivas em refazer protótipo já delineado.

E mesmo se colocado paralelamente, inspiram devaneios em pensamentos. Imagens à semelhanças das àgoras, que venciam em si mesmas todos lamentos. Já aqui no quarto, olhando parte superior do entablamento entre cornijas e arquitraves, à aqueles esforços em chegar às hastes, me apego em práxis.

Alvíssoras, àgora e quarto. Que desafogo brilhante tanto quanto fogos de artifícios líricos. Fixos nos lindos cílios de Hélade Renzo, que imitam dos de Jaqueline. E ambas... Que pra sempre me iluminem. Atraiam, fortaleçam, enobreçam, até me degenerar e em memórias das duas... Me eternizar.

Pois o que é eterno não muda. Tipo lembranças fixas em detalhes móveis. Já tudo que é sem fim, são fluxos fruídos fluindo em perspectivas diversas, desiguais e discrepantes. Principalmente para mim. Mais de-eus mesmos em introspecções de Claudio Amaro adiante nebulosamente radiante.